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Fonte: Secretariado Nacional de Liturgia


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O Rock, Culto ao Anjo Negro
  
Todos sabem, ou suspeitam de que existe uma ligação muito forte e directa entre o satanismo e o rock pesado. Este ritmo foi inspirado por satanás, como parte de seu culto, para se contrapor à música suave dos cantos sacros.
De facto, alguns costumam dizer que o pavoroso “dum, dum, dum” se sua cadência é o: “bate-estacas” do inferno.  Dependendo da potência do som e da proximidade das caixas acústicas, se for colocado um ovo ali perto, ele literalmente cozinha em poucos minutos. E não é pelo calor. Que estrago não fará no cérebro dos jovens.
Entre os temas do “Rock” cada vez mais agressivo, está então o satanismo, que progrediu mais a partir de 1970, com alusões explícitas a Satã, ao demónio, ao inferno, como se depreende dos exemplos seguintes abaixo. Sabe-se que muitos destes grupos fazem pactos com o demónio, e pactos assinados com o próprio sangue, para venderem milhões de discos. Exemplos?

Grupo Iron Maiden: disco “O número da besta” (“Tochas acesas e cantos sagrados… o ritual começou, a obra de Satã está feita”).

Grupo Black Sabath: disco “Nascido de novo” (“Olha este príncipe do Mal combatendo por tua alma…”). Disco “Céu e Inferno”.

Grupo HC-DC: canções “O inferno não é um lugar ruim para aí estarmos”. “Autopista para o Inferno”.

Grupo Ozzi Osborne: “ladrando para a Lua” (“Agora ressurge. Fazem falta Milagres para salvar aqueles que a Besta procura… Encontraram o seu céu vomitando a partir da boca do inferno”). Discos “Falando do Diabo”, “Diário de um Homem Mal”.

Grupo Twister Sister: canções: “Arder no Inferno”, “A Besta”.

Grupo Venon: disco “Bem vindo, Inferno” e canções como “Mil dias em Sodoma”. “Em Aliança com Satã”, “Filhos de Satã”, “Vive como um Anjo, Morre como um Demónio”.

Grupo Kiss, que significa: Kids in Satan Service – meninos a serviço de satanás – tem um disco com o título: “Criaturas da noite”, e canções como “Rock na Roll, inferno”.

Às vezes, a mensagem satânica só se percebe quando se gira ao inverso o disco, como se diz em Play back. Assim por exemplo, em Congratulations de Pink Floyd, se ouve: “Precisamos acabar de descobrir a mensagem secreta do Diabo. Comunica-te com o Velho”. Lúcifer é chamado pelos seus no inferno como “o velho”.

Em Fire on High de ELO se ouve: “Volta, Satã, volta, volta, volta!”

Em Snow-Blind de Stix: “Mostra-te, Satã, manifesta-te em nossas vozes”.

Em Stairway to Heavn de Led Zeppelin: “Quero ir ao reino, quero ir ao Inferno, ao Oeste da Terra plana, canto porque vivo com Satã”.

Julgam os peritos no assunto que os roqueiros dão muito mais importância ao ritmo alucinado e ao aparato sonoro – dum, dum, dum – e colorido do “Rock” do que à letra das respectivas canções. A veemência das letras, mesmo daquelas que invocam Satã, não têm valor para os roqueiros senão na medida em que consistem protesto contra a ordem estabelecida, e ruptura com as gerações anteriores, tidas como fracassadas.
Imaginem se tais grupos, caindo aos pedaços, bêbados, drogados, alucinados, podres que ainda se imaginam vivos, têm moral para criticar a sociedade. Eles fazem da vida um inferno, querem transformar o mundo noutro báratro, e são ouvidos por milhões de loucos. E vendem milhões de discos! Ó rock, quanto já colocaste no inferno!
Uma pesquisa feita entre estudantes da Califórnia mostrou que poucos davam atenção ao significado da letra de suas canções; 37% eram incapazes de identificar o tema “Sexo, violência, droga, Satã…” de suas canções preferidas.
Brincam com o que ignoram, mexem com o que não conseguem lidar!

Retirado do livro: "A Existência dos Anjos".